Guia de Letramento Midiático

Criado em parceira com a Revista Nova Escola e com o apoio institucional do Google, é lançado o Guia de Letramento Midiático, com o objetivo de combater a desinformação nas escolas. Neste material, é explicado de forma simples e direta os conceitos de letramento midiático, onde e como buscar a fonte da notícia e a história das notícias falsas.

Em uma das curiosidades trazidas pelo guia, conta que a prática de usar informações para atacar adversários ou atender interesses políticos é antiga. Em 44 a.C., a República Romana passou pelo que é considerado pelo relatório “A short guide to the history of ’fake news’ and disinformation”(em tradução livre: “Um guia rápido sobre a história das notícias falsas e desinformação”), do International Center for Journalists (UCFJ), como a primeira notícia falsa registrada. Uma das figuras políticas da época, Otaviano travou uma guerra de propaganda política contra o rival Marco Antônio, gravando em moedas frases que manchavam a reputação de seu adversário. A diferença é que rumores desse tipo, com o advento da internet, circulam com muito mais velocidade e volume por todo o mundo em diferentes mídias e com tons de notícias reais. Além disso, na era digital, é muito mais fácil criar uma notícia falsa e torna-la disponível na rede do que criar uma moeda física e fazê-la circular no mercado.

Qual é o papel da escola nesse universo de desinformação?

O estímulo ao senso crítico para que crianças e jovens possam estabelecer relações e analisar informações, refletir sobre os papéis de emissor e receptor e até mesmo estimular um diálogo respeitoso são alguns dos principais pontos que a escola pode ajudar a desenvolver no processo da Educação midiática.

O objetivo do material é avançar nesse debate e oferecer informação aos professores.

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